Por 251 votos a 233 , a Câmara dos Deputados rejeitou a denúncia apresentada pela Procuradoria Geral da República contra o presidente Michel Temer. “Mais uma vez alguns parlamentares perderam a oportunidade de demonstrar que estão sintonizados com o que a população quer”, lamentou o líder do PDT na Câmara, deputado Weverton Rocha. “Inaceitável imaginar um governo que retira direito dos trabalhadores, que quer acabar com a aposentadoria no País, que de forma violenta joga a conta para o mais pobre”, afirmou o deputado ao votar pela aceitação da denúncia contra o presidente.
“O PDT está convencido que há sim crime a ser investigado”, disse Weverton Rocha ao orientar o voto da bancada do PDT. Ele criticou as articulações que o presidente fez para se manter no cargo, “liquidando as estruturas de estado e sempre deixando a conta para o trabalhador”.
O parlamentar lembrou que o governo do presidente Temer aumentou o preço do combustível e da conta de energia, perdoou dívidas de grandes empresários e diminuiu o poder aquisitivo da classe trabalhadora. “A maior demanda da base é tirar esse presidente do governo, é dar satisfação para a população, é dizer que estamos ouvindo os 14 milhões de desempregados, os milhões de jovens que estão vendo o FIES ir ladeira abaixo, dos milhares que precisam do Farmácia Popular que agora está fechado ou que precisavam do Minha Casa Minha Vida e não vão ter mais”, afirmou.
Estratégia da Oposição
Durante todo o dia os parlamentares que eram favoráveis à aceitação da denúncia usaram a estratégia de não registrar presença mesmo estando na Câmara. O objetivo era evitar a realização da sessão e ganhar tempo para convencer deputados indecisos a votar contra o relatório.
A estratégia deu certo pela manhã e a primeira sessão chegou a ser cancelada por falta de quórum. Era necessária a presença de 342 deputados em plenário, número que só foi alcançado no final do dia, na segunda sessão.
“O governo queria que fosse votado rapidamente para que as pessoas não tivessem tempo de acompanhar, ou pressionar o seu parlamentar, mas nós da oposição trabalhamos para que isso não acontecesse”, explicou Weverton Rocha. Mesmo que sem conseguir o adiamento da votação, ele acredita que a estratégia teve pelo menos uma vitória, a de garantir que a sessão fosse realizada em um horário no qual as pessoas já estavam em casa e puderam acompanhar.

A prefeitura de Matões do Norte realizou, nesta última terça-feira (24), audiência pública para tratar da implantação do Conselho Comunitário de Segurança Pública.
Atendendo pedido do Ministério Público do Maranhão (MPMA), a Justiça determinou, em 4 de outubro, o bloqueio dos bens do atual prefeito de Olho d’Água das Cunhãs, Rodrigo Araújo de Oliveira, e de gestores municipais e empresários. Ajuizou a ação a promotora de justiça Gabriele Gadelha Barboza de Almeida. A decisão foi assinada pelo juiz Galtieri Mendes de Arruda.
A declaração é do deputado estadual Bira do Pindaré (PSB), e foi dada hoje pela manhã, 24, ao comentar a aprovação na última terça-feira, 17, do plebiscito para a mudança do nome do município que faz homenagem ao ex-presidente José Sarney (PMDB).
A ex-prefeita do município de Bom Jardim, Lidiane Leite da Silva, foi presa, nesta terça-feira (24), no bairro do Araçagi, na cidade de São José de Ribamar.
A Promotoria de Justiça da Comarca de Cândido Mendes ingressou, na última segunda-feira, 16, com uma Ação Civil Pública por improbidade administrativa contra os ex-prefeitos José Ribamar Ribeiro Castelo Branco e José Haroldo Fonseca Carvalhal, e contra os ex-secretários de Saúde Vitalina Carvalhal de Menezes e Joel Freitas Nogueira Ribeiro. A ação baseia-se em irregularidades na aplicação de verbas do Programa de Saúde da Família (PSF), Saúde Bucal e Agentes Comunitários de Saúde (Pacs).
Carta aos maranhenses
A pedido do Ministério Público do Maranhão (MPMA), a Justiça determinou, em 4 de outubro, a indisponibilidade dos bens do prefeito de Olho d’Água das Cunhãs, Rodrigo Araújo de Oliveira, e de Fredson Barbosa Costa (Secretário Municipal de Finanças ), José Rogério Leite de Castro (presidente da Comissão Permanente de Licitação – CPL), Francisco da Silva Leal Filho (chefe setor de Tributação e Cadastro), Cícero Alves Lima (Contador da Prefeitura), Thales Freitas dos Santos, José Ribamar da Costa Filho (procurador do município), Luciano Rabelo de Moraes e Waldely Leite de Moraes e da empresa Moraes Consultoria LTDA-ME-Parcele.
A prática de nepotismo na gestão do prefeito de Vargem Grande, Carlinhos Barros (PCdoB), motivou o Ministério Público do Maranhão (MPMA) a pedir, em 10 de outubro, em Ação Pública por ato de improbidade administrativa, a indisponibilidade dos bens do gestor.