
Quem vê a imagem que ilustra esse post, chega a acreditar que o valor de R$ 6,069 bilhões de reais é fruto de emenda parlamentar do senador Roberto Rocha (PSDB).
A peça publicitária, estrategicamente pensada e disponível em local móvel, com letras minúsculas no melhor estilo bula de remédio para que ninguém entenda a origem de todo esse dinheiro, tem enganado muita gente em São Luís.
Sem ter muito o que relatar sobre os seus quase seis anos de mandato como senador pelo Maranhão, o informe na verdade diz o óbvio, sem muitos méritos nem mesmo para o presidente Jair Bolsonaro.
Os R$ 6 bilhões, para quem não conseguiu ler as letras minúsculas, tem origem constitucional e obrigatória em sua maioria. São recursos do Fundo Nacional da Saúde, do Fundo de Participação dos Municípios e outros, todos com origem no bolso do consumidor.
Portanto, ao associar a sua imagem ao valor de R$ 6 bi, Roberto Rocha endossa seu relatório de mandato, que nem ele, nem Bolsonaro até agora não fizeram nada significante para ficar na história do Maranhão.
Simples desse jeito.






Os R$ 20 milhões enviados pelo Ministério da Saúde para ajudar o Maranhão no combate ao Covid-19 e distribuídos conforme critérios populacionais aprovados em reunião da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), são insuficientes para pelo menos 152 cidades do Estado.
O pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro na noite desta terça-feira, 24, foi estarrecedor. Como chefe da Nação e co-responsável pelo destino de milhões de brasileiros, Bolsonaro expressou sua insensibilidade com a gravidade da ameaça que ronda o mundo e aflige a todos indistintamente. Além de afrontar a ciência, o presidente demonstrou um egoísmo desmesurado.
O governador Flávio Dino (PCdoB) usou suas redes sociais neste sábado (21), para tecer duras críticas ao presidente Jair Bolsonaro pela MP que liberou a livre circulação de transporte de passageiros pelas vias interestaduais.
É o que confirma o levantamento feito pelo Instituto Econométrica, que ouviu 938 pessoas nos dias 17 e 18 de dezembro.
Com o anúncio feito pelo Governo Federal nesta quarta-feira (21), de que o Parque dos Lençóis vai entrar no plano de privatização do presidente Bolsonaro, passa para três a lista de privatizações que deve acontecer até 2020.