Em atendimento a Ação Civil Pública com pedido de liminar, ajuizada em 2013, pelo Ministério Público do Maranhão (MPMA), o Município de Raposa foi condenado, em novembro, a garantir, até julho deste ano, providências e casa de abrigo para proteção a crianças e adolescentes em risco.
A decisão foi proferida pelo juiz Douglas de Melo Martins, titular da Vara de Interesses e Difusos e Coletivos de São Luís. Formulou a ACP o promotor de justiça Reinaldo Campos Castro Júnior.
SEM ASSISTÊNCIA
No município, o índice de gravidez na adolescência é alto. Muitas crianças são negligenciadas pelos pais, em sua maioria, dependentes químicos, especialmente, de crack. Os índices de violência familiar e exploração sexual também são elevados.
Em função disto, estas crianças e adolescentes precisam ser afastados da família e acolhidos por instituições multidisciplinares, inexistentes no município. O abrigo em entidade é uma das formas para garantir temporariamente a educação e o mínimo para a sobrevivência deste público.
A falta de um abrigo no município leva instituições como Ministério Público, Poder Judiciário, Conselhos Tutelar e Municipal de Defesa da Criança e do Adolescente a transferir crianças e adolescentes em risco a abrigos em outros municípios.
“Desde 2007, houve diversos esforços para resolver a situação, com reuniões com prefeitos, alertando sobre a situação caótica no município e a necessidade de entidade de abrigo e equipe multiprofissional, com psicólogo, assistente social e outros para análise, diagnóstico e acompanhamento familiar dos casos”, ressalta Reinaldo Campos Castro Júnior.
Mesmo assim, o Município se omitiu em garantir uma política de abrigo a crianças e adolescentes.
DETERMINAÇÕES
Além de providenciar política regular e instituição de abrigo para crianças e adolescentes em risco, em conjunto com o CMDCA e a Vara de Infância e da Adolescência, o Município deve manter equipe técnica capacitada para acompanhar a reintegração familiar ou colocação em família substituta.
A senadora Eliziane Gama (Cidadania) usou as redes sociais neste domingo, 19, para tecer duras críticas ao Ministério da Educação e ao INEP pelas falhas no Enem 2019.
O pré-candidato a prefeito e presidente do Avante em São José de Ribamar, Júnior Lago, segue fortalecendo o partido para eleger o maior número de vereadores e disputar a prefeitura em outubro.

Para Rubens Júnior (PCdoB), o atual prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), que não disputará a eleição deste ano por já estar em seu segundo mandato, será um importante nome no pleito de 2022, quando a população escolherá os próximos deputados estaduais, federais, senador, governador e presidente da República. A declaração foi feita durante entrevista que o deputado federal licenciado e atual secretário das Cidades concedeu ao programa Resenha, da TV Difusora, no último sábado (18).
O prefeito de Dom Pedro, Alexandre Costa (PSC), determinou prioridade na execução de duas importantes obras para melhorar a infraestrutura do município.
O pré-candidato a prefeito de São Luís, Rubens Júnior, mostrou mais uma vez porque é visto como preferido entre os militantes do PCdoB. Durante entrevista concedida neste sábado (18), ao jornalista John Cutrim e ao radialista Robson Júnior, no Programa Resenha, da TV Difusora, garantiu que está pronto para apoiar o candidato a prefeito escolhido por seu grupo.
A licitação fraudulenta de aluguel de veículos, realizada em 2013, pelo Município de Apicum-Açu, motivou o Ministério Público do Maranhão a ajuizar, em 10 de janeiro, Ação Civil Pública (ACP) por ato de improbidade administrativa contra o prefeito Claudio Cunha; a empresa American Comércio e Serviços LTDA e o empresário, Marcio Urbano de Oliveira Raposo. O valor do contrato firmado ilegalmente é de R$ 1.110.144,00.
O prefeito de Vargem Grande, Carlinhos Barros, ingressou com uma ação judicial com pedido de liminar, com o objetivo de não repassar no próximo dia 20, o repasse constitucional da Câmara, definido por lei, aprovada pela Câmara e promulgada pelo presidente da Casa, Vereador Braga.