Em resposta ao pedido do Ministério Público do Maranhão (MPMA), a Justiça deferiu liminar determinando a suspensão de um empréstimo no valor de R$ 37.930.000,00 solicitado pelo Município de Pinheiro, na gestão do ainda prefeito Luciano Genésio (PDT), derrotado nas urnas no último dia 06.
A operação financeira seria feita junto ao Banco do Brasil.
A liminar, proferida pela juíza Arianna Rodrigues de Carvalho Saraiva, também estabelece que, caso já tenha sido realizada, a contratação da operação de crédito deve ser interrompida até o julgamento final da Ação Civil Pública (ACP), ajuizada em 20 de setembro, pela titular da 1ª Promotoria de Justiça de Pinheiro, Samira Mercês dos Santos.
Na ACP, o MPMA argumentou que a operação financeira implicaria em uma dívida pública por mais de 10 anos. Isto exigiria uma rigorosa análise sobre os impactos orçamentários e financeiros no Município.
O fato foi ignorado pelos Poderes Executivo e Legislativo Municipais de Pinheiro.
Em junho deste ano, a Câmara de Vereadores aprovou, em regime de urgência, o projeto de lei nº 012/2024, que autorizava o empréstimo e alterava a Lei Municipal nº 2.902/2023, que já permitia uma operação de crédito de R$ 20.958.803,00.
Segundo a Promotoria de Justiça, os vereadores ignoraram o parecer que destacava a proibição desse tipo de operação no último ano de mandato e ano eleitoral.

Com apenas um vereador eleito no último pleito em São Luís, o PDT deve enfrentar pedido de cassação da chapa em Ação de Investigação Judicial Eleitoral, por suspeita de candidata laranja, o que pode configurar fraude à cota de gênero.
O governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), jantou nesta terça-feira (15), com os vereadores eleitos de São Luís, e chancelou a liderança do vereador Paulo Victor (PSB), atual presidente da Câmara e que caminha fazer a manutenção do comando do Poder Legislativo.
No próximo domingo (20), além da AR7, o Instituto Econométrica também divulgará o resultado da primeira pesquisa do segundo turno em Imperatriz.


O prefeito de Cantanhede, Zé Martinho (MDB), popularmente conhecido como Kabão, tenta forçar a barra em uma inviável eleição para a presidência da Famem.