Procuradoria de Justiça passa a investigar Luciano Genésio por suspeita de diversos crimes.

Parentes recebendo super-salários e familiares no rol de funcionários fantasmas, são alguns dos pontos investigados pela Procuradoria contra o prefeito Luciano Genésio

O Promotor de Justiça Claúdio Rebêlo Correia Alencar, membro da Assessoria Especial de Investigação dos Ilícitos Praticados por Agentes Políticos Detentores de Foro por Prerrogativa de Função converteu a Noticia de Fato nº 033416-500/2017 em Procedimento Investigatório Criminal –PIC. A Investigação foi motivada por suspeitas de diversas praticas de ilícitos cometidos no município de Pinheiro.( Veja o documento aqui )

Luciano Portaria que autorizou o inicio do Procedimento Investigatório Criminal contra o prefeito Luciano Genésio.

De acordo com o documento do Ministério Publico do Maranhão, publicado nesta terça-feira, 17, o prefeito Luciano Genésio (PP) passa a ser investigado por uma serie de supostos crimes.

O documento aponta que há suspeita de que vários funcionários recebem super-salários e que o prefeito mantém vários familiares como funcionários fantasmas com salários vultosos.

Outro ponto que passam a ser investigados pela Procuradoria de Justiça, são pelo menos sete contratos firmados entre familiares do prefeito Luciano Genésio e o Instituto Acqua, responsável pela Administração do Hospital Regional da Baixada, que teria como Diretor, o irmão da esposa de Luciano, a médica Thayza Hortegal (PP), pré-candidata a deputada estadual.

O vice-prefeito Stélio Castro Cordeiro e a Secretária de Educação Iara Chagas Silva são suspeitos de acumulo indevido de cargo.

Já o servidor comissionado Bruno Américo Mezenga de Oliveira, seria proprietário da empresa Simples Projetos e Organizações Eireli e teria contrato de aproximadamente meio milhão de reais para realização de eventos com a prefeitura de Pinheiro, o que é vedado pela legislação vigente.

Agora, a Procuradoria Geral de Justiça tem 90 dias para conclusão do Procedimento Investigatório Criminal.

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Prefeitura expande serviços de saúde na zona rural de Matões do Norte

A prefeitura de Matões do Norte continua acelerando o ritmo de trabalho no que se refere a expandir os serviços preventivos de saúde nos povoados da zona rural do município.

Nesta terça-feira (17), equipes da Secretaria Municipal de Saúde, atendendo determinação do prefeito Padre Domingos Costa (PSB), atuaram na localidade Pedras onde foram desenvolvidas ações diversas, tais como vacinação contra HPV; palestras educativas; testes rápidos de HIV, Sífilis e HEB B e C.

Especificamente para o público feminino, foram repassadas informações importantes sobre a prevenção do câncer de colo do útero.

As atividades foram realizadas na Unidade Básica de Saúde do povoado.

A gestão do prefeito Padre Domingos Costa vem, desde 2017, executando investimentos importantes que estão mudando para melhor o setor da saúde de Matões do Norte.

Recentemente, por exemplo, foi introduzido na rede municipal o serviço de ultrassonografia, o que ampliou o número de atendimentos, além de contribuir para a modernização do setor.

A prefeitura também implantou o serviço de colocação de prótese dentária, que está disponível no Posto Avançado de Saúde José Araújo.

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Chico Carvalho diz que sua história política independente incomoda alguns.

O vereador Chico Carvalho (PSL), que teve seu nome citado em diversas reportagens nos últimos dias, entrou em contato com o editor do blog Maramais para esclarecer alguns fatos.

Sobre o esquema de agiotagem que envolveu membros da Câmara de Vereadores no período em que o vereador Isaías Pereirinha (PSL) presidiu a casa, Chico Carvalho fez questão de deixar claro que jamais teve seu nome envolvido com agiotagem e que não responde a nenhum processo na justiça.

Em relação ao suposto tumultuo no processo de eleição da Mesa Diretora, Carvalho disse que é um direito do PSL, e por isso ingressou com a Adin – Ação Direta de Inconstitucionalidade.

Quanto a polêmica envolvendo o nome do vereador Ricardo Diniz (PRTB), Carvalho esclareceu que “Quem se lançou candidato à Presidente da Câmara foi o próprio Ricardo Diniz, lá na TV Mirante, e posteriormente na sede do PSL. Temos que ter palavra de homem! Em relação ao meu nome, apenas coloquei à disposição, mas jamais briguei por isso.”  Esclareu o presidente do PSL.

O parlamentar concluiu afirmando que sua independência tem incomodado algumas pessoas.

“Eu sempre fiz política só, com meus próprios pés, sem padrinho, sem tutela e sem ser subserviente. Talvez isso incomode. Tenho uma grande história política em minha cidade. Ajudei muito o PDT do Dr. Jackson Lago e nunca pedi nada em troca. Coordenei a campanha do prefeito Edivaldo Holanda Jr. (PDT) no segundo turno, e também não pedi nada em troca. O vereador Pereirinha foi presidente da casa por 10 anos e nem da mesa eu fiz parte. Admito que tenho alguns erros, mas com uma diferença gigantesca, tenho escrúpulos e vergonha!” Desabafou o vereador.

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Sebastião Madeira é acionado por improbidade administrativa.

O Ministério Público do Maranhão propôs Ação Civil Pública por improbidade administrativa contra o ex-prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira, o ex-procurador-geral do município, Gilson Ramalho de Lima, e o juiz titular da Fazenda Pública de Imperatriz, Joaquim da Silva Filho. A ACP, protocolada no dia 13, foi elaborada pelos titulares da 1ª e 6ª Promotorias de Justiça Especializada em Defesa do Patrimônio Público e Probidade Administrativa, Nahyma Ribeiro Abas e Albert Lages Mendes.

De acordo com as investigações do Ministério Público, Sertammy Andrade Melo e Jaqueline Ferraz dos Santos foram nomeadas para o cargo em comissão de assessoras jurídicas, lotadas na Procuradoria-Geral do Município. No entanto, as servidoras foram cedidas para prestarem serviços de natureza particular ao juiz da Vara da Fazenda Pública de Imperatriz, Joaquim da Silva Filho.

O MPMA apurou que o envio das servidoras para o gabinete do juiz não obedeceu a procedimentos legais nem foi informado à direção do Fórum ou ao Tribunal de Justiça. Além disso, o Artigo 85 do Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Imperatriz prevê a possibilidade de cessão apenas de servidores efetivos para prestarem serviços em outros órgãos, vedando assim a disponibilidade de pessoas em cargos de comissão.

“Todo o processo de lotação das servidoras foi realizado na mais absoluta informalidade, contrariando os trâmites necessários para a realização deste tipo de cessão, o que leva a presumir que elas estavam prestando serviço de natureza particular às expensas do erário municipal”, ressalta o promotor de justiça Albert Lages Mendes.

O depoimento das testemunhas também constatou que apesar de as servidoras estarem sob o regime de jornada de trabalho semanal de 40 horas, o magistrado permitia que elas cumprissem jornada de trabalho de apenas 20 horas semanais, quatro horas por dia, caracterizando lesão ao erário.

“Não havia interesse público em jogo que justificasse a nomeação e cessão das servidoras, mas única e exclusivamente o interesse do ex-prefeito e do ex-procurador-geral em agradar o magistrado, nomeando pessoas do seu círculo de amizade, já que Sertammy já havia estagiado voluntariamente no gabinete do juiz” , conclui a promotora de justiça Nahyma Ribeiro Abas.

PEDIDO

O Ministério Público pediu ao Poder Judiciário que bloqueie os bens dos requeridos e aplique as sanções listadas no artigo 12 da Lei de Improbidade Administrativa, que prevê ressarcimento integral do dano ao erário, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de três a dez anos e proibição de contratar com o poder público por até dez anos.

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Aécio Neves vira réu no Supremo por corrupção e obstrução de Justiça

G1 – A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (17) receber a denúncia contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG) por suposta prática de corrupção passiva e obstrução de Justiça. Com isso, o senador será transformado em réu pela primeira vez.

Por unanimidade, os cinco ministros da turma (Marco Aurélio Mello, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Rosa Weber e Alexandre de Moraes) acolheram a denúncia de corrupção da Procuradoria Geral da República e, por 4 votos a 1, a de obstrução de Justiça – neste caso, o único voto contrário foi o de Alexandre de Moraes.

Com a aceitação da denúncia, Aécio passa a responder ao processo penal na condição de réu e poderá contestar a acusação com novas provas. Só ao final da ação poderá ser considerado culpado ou inocente, em julgamento a ser realizado pela mesma turma do Supremo.

O julgamento começou no início da tarde com as manifestações da acusação e da defesa do parlamentar.

O advogado de Aécio, Alberto Zacharias Toron, contestou as acusações de corrupção e obstrução de Justiça. O subprocurador da República Carlos Alberto Coelho, responsável pela acusação, disse haver “farto material probatório” para incriminar o senador (leia mais abaixo).

Aécio foi acusado em junho do ano passado, em denúncia da Procuradoria Geral da República, de pedir propina de R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista, dono da J&F, em troca de favores políticos; e também de tentar atrapalhar o andamento da Operação Lava Jato. Uma conversa entre os dois foi gravada pelo empresário.

Junto com o parlamentar, foram denunciados pela PGR a irmã dele, Andréa Neves da Cunha, o primo Frederico Pacheco de Medeiros e Mendherson Souza Lima, ex-assessor parlamentar do senador Zezé Perrela (MDB-MG), todos por corrupção. A primeira teria pedido o dinheiro a Joesley e os outros dois teriam recebido e guardado quatro parcelas de R$ 500 mil em espécie.

Após as manifestações da procuradoria e dos advogados, os ministros rejeitaram, por unanimidade, um pedido da defesa para ter acesso a provas que integram outras investigações, relacionadas a Marcello Miller.

Depois, negaram também, por maioria, fatiamento do caso para enviar à primeira instância as acusações contra Andréa, Frederico e Mendherson, por não terem foro privilegiado.

Dos cinco ministros da Primeira Turma, quatro entenderam que as condutas estavam imbricadas, de modo que não seria conveniente separar os processos. O único a votar pelo desmembramento foi o relator, Marco Aurélio Mello.

Os ministros também rejeitaram de modo unânime uma contestação à validade das provas usadas na investigação.

A defesa sustentou que foram baseadas na delação da J&F, alvo de questionamento pela suposta orientação do ex-procurador Marcello Miller aos executivos da empresa, quando ainda integrava a PGR.

Os ministros negaram o pedido, considerando que a validade do acordo e a manutenção ou não das provas será analisada em momento posterior, em ação própria.

Relator

Relator do inquérito no STF e responsável por supervisionar as investigações, Marco Aurélio Mello disse em seu voto que as suspeitas de corrupção e obstrução serão analisados com mais profundidade durante o processo, no qual a defesa poderá contestar novamente as acusações com mais provas.

O ministro considerou que não configuram obstrução de Justiça a atuação de Aécio Neves na discussão de projetos de lei – para aprovar novas formas de abuso de autoridade e perdoar prática de caixa 2.

“A articulação política é inerente ao presidencialismo de coalisão, e não pode ser criminalizada, sob pena de ofensa a imunidade material dos parlamentares, nesse ponto, mostra-se insuficiente o que veiculado na peça acusatória”, disse o ministro.

Em outra parte do voto, porém, Marco Aurélio viu tentativa de embaraço às investigações na pressão exercida sobre membros do governo e Polícia Federal para escolher delegados para conduzir os inquéritos da Operação Lava Jato.

“Ocorre que há transcrições de conversas telefônicas ligações realizadas pelo senador das quais se extrai que estaria tentando influenciar na escolha de delegados da Polícia Federal em inquéritos alusivos a Operação Lava Jato […] Surgem sinais de pratica criminosa”, disse.

Acusação

Representando a Procuradoria Geral da República (PGR), responsável pela acusação, o subprocurador da República Carlos Alberto Coelho disse haver “farto material probatório” no caso e que por isso, a defesa se concentrou, segundo ele, em apontar nulidades jurídicas na investigação.

Coelho lembrou, contudo, que a investigação conta com gravações da Polícia Federal do primo de Aécio, Frederico Pacheco de Medeiros, recebendo dinheiro do diretor da JBS Ricardo Saud, entre março e abril do ano passado, a mando de Joesley Batista, conforme combinado previamente com o senador.

Em relação à acusação de corrupção, o subprocurador disse que Joesley aceitou dar R$ 2 milhões a Aécio em razão de seu cargo.

“Não há dúvidas de que o empresário apenas aceitou pagar R$ 2 milhões a Aécio Neves porque esse ocupava o cargo de senador da República. Os autos deixam claro que não fez o pagamento por prodigalidade, altruísmo ou solidariedade. Sabia que Aécio estava pronto para prestar contrapartidas”, disse Coelho.

O subprocurador também contestou a tese da defesa de que Joesley teria sido induzido pela PGR a forjar um crime do senador, a partir da orientação do ex-procurador Marcello Miller.

“Não houve em sua execução [gravação da conversa] qualquer participação do MP ou da PF. Foi realizada inteiramente pelo colaborador por iniciativa sua e posteriormente entregue à PGR”.

Defesa de Aécio

Pela defesa de Aécio, o advogado Alberto Zacharias Toron começou contestando a acusação de obstrução de Justiça, sob o argumento de que o crime envolve impedir investigação sobre organização criminosa.

“Não se trata de acusação de organização criminosa e não há notícia relativamente à prática de estar inserido em organização criminosa”, disse o advogado.

Toron ainda contestou a acusação de que Aécio teria tentado obstruir a Justiça na discussão de projeto de lei contra o abuso de autoridade. Disse que, na tramitação do texto, o senador propôs eliminar o chamado “crime de hermenêutica”, pelo qual um juiz poderia ser punido por decisão posteriormente derrubada por instância superior.

“Ele teve condutas claras no sentido do pleito da Ajufe [associação dos juízes federais]. Como se dizer que essa conduta significou embaraço? Ainda que assim não fosse, isso se insere na atividade parlamentar dele”, afirmou o advogado.

Toron também buscou explicar acusação de que Aécio tentou escolher delegados para conduzir investigações da Operação Lava Jato. Disse que numa ligação com o então diretor da Polícia Federal, Leandro Daiello, ele apenas demonstrou insatisfação com o andamento de inquérito. “Manifesta contrariedade com delegados e não passou disso”.

Em relação à acusação de corrupção, disse que o crime deve estar atrelado a um “ato de ofício”.

Segundo o advogado, a denúncia fez “cortina de fumaça” ao não demonstrar uma contrapartida concreta de Aécio em favor de Joesley.

“É ele [Joesley] que sugere pagamento em dinheiro. É ele Joesley que fala na questão da Vale”, disse o advogado.

Toron reafirmou que o pedido de dinheiro a Joesley partiu de Andréa Neves, irmã de Aécio, para pagar advogados – a intenção inicial era vender um apartamento da mãe do senador ao empresário.

Defesa de Andréa Neves

Defensor de Andréa Neves, o advogado Marcelo Leonardo contestou a validade de interceptações no celular dela, pelo qual pediu dinheiro a Joesley e marcou encontro do empresário com Aécio. Disse que não havia autorização para o grampo.

Marcelo Leonardo também atacou a validade da delação da J&F pela suposta participação do então procurador Marcelo Miller nas negociações pelo lado dos executivos, citando documentos da própria PGR que levaram à rescisão do acordo de colaboração.

“A prova daí resultante é ilícita pela participação indevida de um membro do Ministério Público que atuava dos dois lados […] Está evidente que desde o início houve o direcionamento para que houvesse a entrega do senador Aécio”, disse o advogado.

Ele também reafirmou a versão de que Andréa procurou Joesley para vender um apartamento da mãe. “Quando se pega a conversa de Aécio com Joesley ambos fazem referência ao apartamento. Fica evidenciado que a conversa foi exclusivamente à venda do apartamento e não há nenhuma gravação de que Andréa tivesse feito pedido de R$ 2 milhões”.

Defesa do primo de Aécio

Em nome de Frederico Medeiros, primo de Aécio, Ricardo Silveira de Mello disse que a participação dele se limitou à busca do dinheiro, sem conhecimento de que seria propina. “Em momento algum há referência a participação de Frederico na solicitação daquela vantagem”, disse. Acrescentou que Aécio disse a Frederico que se tratava de um empréstimo.

O advogado também citou declaração de Aécio isentando o primo de responsabilidade no episódio. “O simples fato de receber o numerário por si só não constitui ilícito penal”, disse.

Defesa de Mendherson Souza Lima

Representando o ex-assessor parlamentar Mendherson Souza Lima, que guardou o dinheiro destinado a Aécio, Antonio Velloso Neto defendeu o fatiamento da denúncia e envio da parte relativa ao cliente para a primeira instância, pelo fato de não ter foro privilegiado.

Em relação à acusação de corrupção, o advogado disse que ele não participou do pedido de propina.

“Nada foi imputado que pudesse trazê-lo a essa relação […] Onde o dolo, onde sua participação? MP não descreve a participação [na solicitação de vantagem indevida]”, disse.

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FAMEM promove I Seminário sobre Gestão de Resíduos Sólidos

“O governo federal deve adotar uma política eficaz para a destinação de resíduos sólidos nos municípios. Ele discute, elabora projetos, mas não conversa com os municípios, onde estão os problemas. Quais as razões de se construir aterros sanitários, se não se dispõe de recursos para a implantação de usinas de reciclagem? Na minha opinião, União e Estados deveriam regionalizar os aterros, porque a atual política de destinação de resíduos é excludente para os municípios, pela falta de recursos”.

A afirmação foi feita pelo presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM), e prefeito de Tuntum, Cleomar Tema, durante a abertura do I Seminário Sobre Gestão de Resíduos, que aconteceu no auditório daquela entidade, na manhã desta terça-feira (17).

O diretor administrativo da FAMEM, Gildásio Ângelo destacou, em rápido pronunciamento, a importância do evento, de acordo com as diretrizes da Federação em munir os gestores de qualificação técnica sobre o tema e apontou uma solução que acompanhou na Argentina, onde os resíduos são transformados em adubo.

Já o promotor do Meio Ambiente, Fernando Barreto, que proferiu  palestra abordando a atuação do Ministério Público frente à política de resíduos sólidos no Estado do Maranhão,  afirmou que a lei 12.305/2010, que trata do assunto, não estabelece apenas a construção de aterros, mas normatiza todo um processo de preservação ambiental.

Fernando Barreto mostrou a importância dos catadores de  resíduos recicláveis no que concerne a economia e a preservação do meio ambiente. No entendimento do representante do Ministério Público, os poderes públicos deveriam ajudar os catadores para que se organizem em cooperativas, por conta do importante papel que cumprem  nesse processo.

Também foram palestrantes no seminário, Karina Sousa, do Ministério das Cidades, Zilda Veloso, do Ministério do Meio Ambiente, Ticiane de Oliveira, da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Ana Lima, engenheira e consultora  ambiental.

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“Sou 100% Osmar Filho pra presidente da Câmara” decreta Ricardo Diniz.

Minha prioridade nesse momento é eleger Osmar Filho presidente da Casa.

Com a declaração, o vereador Ricardo Diniz (PRTB), popularmente conhecido como “Meu Querido”, sepultou a estratégia do vereador Chico Carvalho (PSL), em tentar usar o nome do vereador para continuar tumultuando a eleição da Mesa Diretora da Câmara de São Luís.

Por telefone, conversamos com Diniz, que disse. “Estou fechado 100% com Osmar Filho (PDT) e essa história de usar meu nome não tem nenhum cabimento. Inclusive, neste momento, estou ao lado de Osmar, meu candidato a presidente da Câmara.” Destacou Ricardo Diniz.

Dono de uma história política que cresce a cada eleição, Meu Querido, como é chamado por seus eleitores, foi eleito para o seu primeiro mandato em 2012, com 2987 votos. Em 2016, ao ser reeleito, Ricardo Diniz saltou para 4205 votos e agora, se prepara para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa do Estado.

“Não sou candidato e estou me concentrando para, nesse primeiro momento eleger Osmar Filho presidente da Câmara, e em maio, com a a benção de Deus e ajuda dos meus queridos, cair em campo para viabilizar nosso projeto de ser candidato a Deputado Estadual.” Concluiu Diniz.

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Chico Carvalho planeja jogar história política de Ricardo Diniz na lama.

Conforme o blog Maramais já havia antecipado, o vereador Chico Carvalho (PSL), após derrota na justiça – quando busca a todo custo tumultuar a Eleição da Mesa Diretora – Agora, o presidente do PSL e aliado do ex-presidente Isaías Pereirinha (PSL), tenta colocar em prática o que já está sendo chamado na Câmara de Vereadores de São Luís, de Plano Judas. ( reveja aqui )

Segundo reportagem publicada no blog do Glaucio Ericeira nesta terça-feira, 17, o próprio vereador Chico Carvalho confirmou que continuará recorrendo das derrotas na justiça, enquanto for possível. Indagado sobre quem será o candidato a presidente do grupo liderado por Carvalho, ele lançou a ideia de que, “Poderá ser o vereador Ricardo Diniz.” Disse o presidente do PSL.

Seria uma possibilidade, se não fosse um pequeno detalhe. Ricardo Diniz faz parte do grupo de apoio à candidatura de Osmar Filho (PDT), e inclusive, fez questão de deixar público a sua posição, em documento assinado pelo parlamentar, junto com outros 18 companheiros de parlamento. ( Reveja aqui )

A estratégia de Chico Carvalho tem duas explicações.

A primeira, pode ter a intenção de criar desconfiança no grupo de apoio à Chapa Edimilson Jansen, o que pode ser descartada já que o grupo faz questão de demonstrar a união em torno do nome do vereador Osmar Filho rumo à presidência da Câmara.

Já a segunda, e mais provável explicação, é a intenção de Chico Carvalho de enfraquecer o projeto de Ricardo Diniz, que deverá disputar uma vaga na Assembleia Legislativa este ano, e contará com o apoio de colegas do legislativo municipal.

Colocando-o, como o Judas da Câmara, certamente Chico Carvalho acabaria com os planos futuros de Diniz, jogando a história política do “Meu querido” na lama.

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STF decide nesta terça se torna Aécio Neves réu por corrupção e obstrução de Justiça

G1 – O Supremo Tribunal Federal (STF) deverá decidir nesta terça-feira (17) se recebe denúncia contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o torna réu por corrupção e obstrução de Justiça.

A decisão caberá aos cinco ministros que compõem a Primeira Turma da Corte: Marco Aurélio Mello (relator do caso), Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Alexandre de Moraes e Rosa Weber.

A sessão está marcada para as 14h, mas não será transmitida ao vivo pela TV Justiça – as sessões de turmas só podem ser acompanhadas de dentro do STF.

Se a maioria aceitar a denúncia, Aécio passa a responder ao processo penal na condição de réu e poderá contestar a acusação com novas provas. Só ao final da ação poderá ser considerado culpado ou inocente, num julgamento a ser realizado pelo mesmo colegiado.

Aécio foi acusado em junho do ano passado, em denúncia da Procuradoria Geral da República, de pedir propina de R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista, dono da J&F, em troca de favores políticos; e também de tentar atrapalhar o andamento da Operação Lava Jato.

A defesa diz que o senador foi “vítima de uma situação forjada, arquitetada por criminosos confessos” e que “inexiste crime ou ilegalidade na conduta do senador”. Na conversa gravada com Joesley, Aécio diz que usaria o dinheiro para pagar advogados.

Junto com o parlamentar, são acusados pela PGR a irmã dele, Andréa Neves da Cunha, o primo Frederico Pacheco de Medeiros e Mendherson Souza Lima, ex-assessor parlamentar do senador Zezé Perrela (MDB-MG), todos por corrupção. A primeira teria pedido o dinheiro a Joesley e os outros dois teriam recebido e guardado quatro parcelas de R$ 500 mil em espécie.

Segundo a PGR, o senador também tentou embaraçar as investigações ao tentar aprovar nova lei contra abuso de autoridade com o suposto objetivo de punir juízes e procuradores; aprovar anistia a crimes de caixa 2 – doações não declaradas de campanha; e tentar interferir na escolha de delegados para conduzir investigações da Lava Jato.

O que diz Aécio

Em entrevista a jornalistas nesta segunda (16), Aécio se disse vítima de um “enredo armado” pelos delatores da JBS. O parlamentar disse ainda que não houve uma investigação dos fatos e que, se as acusações tivessem sido apuradas, as denúncias se desmontariam como um “castelo de cartas”.

“Um enredo pré-determinado por um cidadão que recebeu benefícios. […] Foi uma construção feita pela defesa do senhor Joesley Batista, com membros do Ministério Público”, acrescentou o tucano.

Também nesta segunda, a defesa do senador pediu acesso às provas já produzidas nas investigações.

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J.J. entrega “relatório dos 100 dias de gestão” à presidente do STF

O presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão, desembargador José Joaquim Figueiredo dos Anjos, esteve reunido nesta segunda-feira (16), com a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, ocasião em que entregou o relatório dos 100 dias de gestão à frente da Corte maranhense.

Ao entregar o relatório à ministra Cármen Lúcia, José Joaquim Figueiredo dos Anjos explicou à presidente do STF que no período de 100 dias de gestão deu ênfase a todas as ações institucionais que vêm merecendo prioridade no Poder Judiciário do Maranhão.

Na oportunidade, ele reafirmou a importância do diálogo institucional entre os tribunais brasileiros que, no seu entendimento, é muito positivo e importante para que as Cortes de Justiça possam caminhar unidas e interagindo com equilíbrio, como forma de fortalecer o Poder Judiciário.

A presidente do Supremo Tribunal de Justiça agradeceu a visita do presidente do TJMA e falou da satisfação em receber o relatório com as principais realizações de sua gestão na presidência da Corte de Justiça maranhense.

O relatório foi entregue também ao vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, e ao corregedor nacional de Justiça, Otávio de Noronha.

Com os dois ministros, José José Joaquim Figueiredo dos Anjos discutiu práticas inovadoras de gestão, trocou ideias e compartilhou experiências que, segundo o presidente do TJMA, permitem conhecer outras realidades e novos modelos de gestões estratégicas.

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