Dono da Difusora ficou conhecido durante as investigações da Operação Sem Descontos, que investiga fraude no INSS, e por ter apostado mais de R$ 5 bilhões em BETs em apenas 12 meses, sendo o maior jogador de apostas do Brasil
A Polícia Federal (PF) encontrou uma sala secreta em um hangar do advogado Willer Tomaz, localizado no Aeroporto de Brasília. No espaço, os investigadores também acharam uma máquina de contar dinheiro.
Investigadores da PF descobriram o local, em agosto deste ano, após receberem denúncia anônima que apontava para a existência de um cômodo secreto no hangar do advogado.
No início de agosto, a PF foi ao hangar em cumprimento a um mandado de busca e apreensão, durante mais uma fase da Operação Sem Desconto, que investiga fraudes bilionárias em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
A suspeita da PF é de que a sala secreta seria usada para guardar bens, incluindo dinheiro vivo.
Em nota, a defesa de Willer afirmou que o ambiente é compatível com a atividade destinada ao atendimento de empresas de transporte de valores e não constitui indício de irregularidade.
“A sala-cofre e os equipamentos instalados no hangar integram a estrutura operacional destinada ao atendimento de empresas de transporte de valores, clientes das empresas de aviação. O transporte aéreo de numerário está sujeito a rigorosos protocolos de segurança, controle e custódia, conforme a regulamentação aplicável. A existência de ambientes protegidos, malotes e máquinas contadoras de cédulas é compatível com essa atividade e não constitui indício de irregularidade. É fantasiosa e beira o ridículo a insinuação de que essas instalações seriam utilizadas para armazenar ou contar dinheiro de origem ilícita. Nenhuma quantia foi encontrada no local. Causa perplexidade que a própria Polícia Federal, responsável pela fiscalização do setor de segurança privada, pretenda transformar equipamentos associados a uma atividade lícita em suspeita criminal. Atribuir conotação criminosa a essas instalações, sem qualquer prova, é uma tentativa irresponsável de fabricar suspeitas onde não existem fatos.”



