Sebastião Madeira é nomeado assessor de Roberto Rocha

Funcionário e chefe juntosO ex-prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira (PSDB) já não está mais desempregado. Após sofrer derrota nas urnas em 2018, quando disputou uma vaga na Câmara Federal e obteve pouco mais de 34 mil votos, Madeira conseguiu há pouco mais de um mês, nomeação no Senado.

A boquinha foi assegurada pelo ex-candidato a governador, que também sofreu derrota em 2018, senador Roberto Rocha.

Dados oficiais do Portal da Transparência do Senado mostram o novo cargo do ex-prefeito de Imperatriz

O ato oficial de nomeação foi publicado no Diário Oficial da União, na edição de 15 de abril. Segundo o portal do Senado, o ex-prefeito Sebastião Madeira agora é Assessor Parlamentar, lotado no Gabinete do tucano Roberto Rocha.

Com o novo emprego, o ex-prefeito de Imperatriz deverá ficar fora do município, pelo menos durante a semana, quando deverá cumprir expediente em Brasília.

Pela nova função, Sebastião Madeira foi contemplado com salário superior a R$ 10 mil reais. Uma excelente recompensa pelo apoio a Roberto Rocha.

Sobre o pleito de 2020, procuramos o agora Assessor Parlamentar, mas ele não respondeu.

Senador Weverton apresenta emendas a Reforma da Previdência

O senador Weverton Rocha (PDT-MA) apresentou cinco emendas à Medida Provisória 871, que vem sendo batizada de mini reforma da Previdência. A MP institui um programa para analisar possíveis irregularidades no recebimento de benefícios e é vista como um teste da aceitação da reforma da Previdência, que deve ser enviada ao parlamento nos próximos dias. “O combate às irregularidades é importante para manter a Previdência equilibrada, mas não posso concordar que isso seja feito limitando o direito à defesa do trabalhador ou dificultando o acesso ao benefício”, afirmou Weverton ao protocolar as emendas na segunda-feira (11).
Em suas emendas, o senador amplia o prazo para que os segurados aposentados possam entregar sua defesa ao órgão de seguridade social em caso de investigação de irregularidades. O prazo determinado pela MP é de apenas 10 dias. Weverton propõe que seja de 20 dias para trabalhadores urbanos e de 30 dias no caso de trabalhadores rurais.
O senador também propõe que seja estabelecido um prazo de 20 dias para que o INSS dê resposta ao processo de defesa do segurado. “Já que administração pública estabelece prazos para o aposentado, nada mais justo, que ter um prazo também para a resposta ao segurado. Existem casos em que o segurado fica meses sem receber informação do INSS e em alguns casos até com o benefício cortado”, explica.
Weverton também fez emenda para evitar que o benefício seja cortado logo ao fim da primeira defesa, dando ao segurando uma segunda chance de apresentar novas documentações caso os inicialmente entregues sejam insuficientes. Ele também pede a supressão do artigo que prevê a obrigação de o empregado comprovar o recolhimento feito pelo patrão. Segundo Weverton, isso seria inverter o papel do trabalhador, que passaria a ser também fiscal do trabalho, quando há servidores que já cumprem essa função.