A eleição de 2026 deve repetir um impasse vivido em 2014, quando Lula e o PT tinham pelo menos dois grupos amigos concorrendo ao Palácio dos Leões.
Naquela eleição, o PT decidiu estar na chapa do candidato governista, Lobão Filho (MDB), que criou uma grande aliança formada pelo PT PSL / PEN / PSDC / PRP / PTN / PMN / PSC / PHS / PRTB / PR / PRB / DEM / PSD / PV / PT / PTB / PT do B.
Do outro lado, como oposição, estava Flávio Dino (PCdoB), que mantinha longa relação com petistas.
Naquele ano, a coligação encabeçada pelo MDB e composta pelo PT, que tinha como candidata a presidente Dilma Rousseff (PT), tentou proibir na justiça que o candidato do PCdoB usasse imagens de Dilma em seus comitês e material de campanha.
Agora, parece que a história deve se repetir, à favor de Orleans Brandão (MDB), que hoje se encontra na situação em que Dino se encontrava em 2014, caso o PT lance Felipe Camarão como candidato.
No Maranhão, PT segue sendo PT, dividindo-se, e Lula, deve seguir sendo Lula, agradando os dois grupos, como fez em 2014.