Vereador de Ribamar vai à casa de Sarney, tieta Roseana e após pressão de Bira, diz que foi enganado.

Vereador Salis com sorriso amarelo ao lado de Flávio Dino e do seu padrinho Bira do Pindaré, e ao lado de Roseana com largo sorrio igual ao de quem ganhou R$ 1 milhão na mega-sena.

Parece piada de quinta categoria, mas o vereador Cássio Salis (PSB), do município de São José de Ribamar, através de sua assessoria, divulgou uma nota daquelas que podemos considerar a mais mequetrefe possível, tentando justificar o injustificável.

Após matéria do blog Maramais, publicada nesta quinta-feira, 19, e que pautou a maioria dos blogs da capital, onde revelamos com exclusividade a ida do pupilo do deputado Bira do Pindaré à casa do ex-presidente José Sarney (MDB), declarar apoio ao grupo da ex-governadora Roseana Sarney, sua assessoria e o próprio vereador Professor Cássio Salis, como gosta de ser chamado o ACE – Agente Comunitário de Endemias, depois de uma pressão e no melhor estilo “chantagem”, teria voltado atrás e anunciado que a foto onde é flagrado tietano Roseana e o irmão Zequinha Sarney não condizia com os fatos, e pasmem, o afobado vereador alega ter sido enganado pelo presidente da Câmara.

“Na verdade o que aconteceu foi que Beto das Vilas, que pertence ao mesmo partido de Sarney Filho e é aliado do clã, enganou a maioria dos vereadores que foram à reunião. Em momento algum ele comunicou que o encontro teria a presença dos filhos de José Sarney.” Diz a nota, sugerindo que Cássio Salis, que foi à mansão dos Sarneys, acertou apoio ao grupo e ouviu o que foi buscar, inclusive pousando para foto ao lado de Roseana e Sarney Filho, feliz da vida como se tivesse ganhado R$ 1 milhão na mega-sena, tenha sido enganado por Beto das Vilas.

O vereador, com toda sua expertise, após receber ligação do deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) ameaçando cortar suas regalias, tratou de espalhar nota em blogs da capital, e afirmar que seus candidatos na verdade são o próprio Bira do Pindaré (PSB), que tentará uma vaga na Câmara Federal, Rafael Leitoa (PDT), que tentará se reeleger deputado estadual e o governador Flávio Dino (PCdoB).

Sabido como Salis sempre foi, só omitiu seu candidato a senador, acertados com todos os pontos e vírgulas na mansão do Sarney.

Com a nota, o novato vereador pretende garantir, dentre outras coisas, a manutenção da indicação no IEMA de São José de Ribamar do qual já foi Diretor e na Fundação Sousândrade, que estão na mira do Ministério Público. Mas isso é assunto para outra matéria.

Sarney Filho assina portaria que fixa o período de defeso do camarão no MA

Portaria dos Ministérios do Meio Ambiente e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, publicada na última quinta-feira (21), estabelece um período de defeso de quatro meses, no estado do Maranhão – entre 1º de janeiro e 30 de abril para a pesca de camarões rosa, branco e sete barbas. De acordo com a portaria, devido às especificidades do litoral do Maranhão, nas reentrâncias maranhenses, o defeso se estenderá até 31 de maio.

A portaria esclarece que o período mais longo do defeso, em  áreas que funcionam como berçários para  as espécies marinhas, ajudará de forma mais efetiva na recomposição dos estoques. Estão incluídas nessa situação regiões de estuários, reentrâncias e igarapés (áreas de criadouros naturais).  No período do defeso ficarão proibidas nessas áreas a pesca artesanal “por meio de quaisquer artes, técnicas ou métodos de pesca, fixa ou semifixas (redinha de emalhar, puças de arrasto, furzacas, muruadas e zangarias).

De acordo com o ministro, as normas anteriores não levavam em conta as características do litoral maranhense que possui a maior área de mangue preservada do litoral do país. “Nosso estado tem uma realidade única, as reentrâncias maranhenses que adentram o continente e funcionam como berçários”, reforçou o ministro. Ele explicou que desde 2015, junto com os líderes das colônias de pescadores,  lutava  pela aprovação das medidas de ordenamento relacionadas à atividade pesqueira de camarões na Costa Norte.

A portaria interministerial estabelece normas e ordenamento de pesca para a área compreendida entre a fronteira da Guiana Francesa com o Brasil e a divisa dos Estados do Piauí e Ceará, englobando o Maranhão.

De acordo com a Federação das Colônias de Pescadores do Estado do Maranhão,  a portaria, além do aspecto de proteção ambiental, tem grande alcance social, já que as famílias que vivem dessa atividade terão agora acesso ao seguro defeso de um salário mínimo durante os meses em que a pesca fica proibida.

Eleições 2018: Levantamento aponta que apenas 1 dos possíveis candidatos ao Senado, está do lado do que pensa a população.

Apenas Weverton Rocha tem votado conforme indicadores do pensamento da população brasileira.

O levantamento feito com exclusividade pelo blog Ribamais, com base em pesquisa realizada pelo Ibope, as vésperas da sessão que decidiu pelo arquivamento do processo por corrupção contra Temer, e as ações dos senadores e deputados que pretendem disputar as eleições no próximo ano, revela que apenas um possível candidato, comunga com o pensamento da maioria da população.

O Ibope mostrou que 81% dos Brasileiros queriam que fosse aberto processo de investigação contra o Presidente Michel Temer, e, segundo os dados, 79% dos entrevistados afirmaram que, quem votasse a favor de Temer, seria corrupto também.

Na Câmara Federal, três deputados da bancada maranhense já demonstraram intensão em disputar uma vaga ao Senado; Sarney Filho (PV), Weverton Rocha (PDT) e José Reinaldo (PSB). Apenas Weverton Rocha votou contra Temer, e acompanhou o pensamento da maioria da população.

Outros nomes aparecem como pré-candidatos, entre eles, o do Senador Lobão (PMDB) e o do seu filho, o suplente de senador, Edinho Lobão (PMDB). Ambos, também acompanham o grupo de apoio a Temer, e em outra votação, a que autorizou a Reforma Trabalhista, foram contra o que pensa a maioria da população.

Na sessão da Câmara que aprovou a reforma, mais uma vez, apenas Weverton Rocha ficou do lado dos trabalhadores e votou contra a reforma que tirou direitos trabalhistas e fragilizou ainda mais o futuro da previdência pública.