Escândalo em Barão de Grajaú! Empresa fatura R$ 1 milhão e 363 mil reais, pra gerir iluminação pública por apenas 23 dias.

A empresa seria do primo do prefeito, Glaydson Resende (PCdoB), e também faturou mais de R$ 1 milhão em outra prefeitura, a do município da Raposa, comandada pela primeira-dama de Barão de Grajaú, Talita Laci (PCdoB).

Prefeito de Barão de Grajaú, Glaydon Resende, primo e empresário Rodolfo Freitas dos Santos, e a prefeita da Raposa, Talita Laci. Entre eles, contratos milionários.

O Ministério Público precisa fazer uma verdadeira varredura nos contratos assinados na prefeitura de Barão de Grajaú, comandada por Glaydson Resende. O blog Maramais recebeu varias denúncias de irregularidades, dentre elas, uma gravíssima, envolvendo recursos da Iluminação Pública da cidade.

De acordo com os dados constantes no Portal da Transparência, a empresa RFS – Rodolfo Freitas dos Santos, celebrou contrato com a prefeitura no dia 08 de fevereiro de 2018, com prazo para terminar no dia 03 de março de 2018, ou seja, apenas 23 dias de contrato.

Os dados oficiais estão no Portal da Transparência da Prefeitura de Barão de Grajaú, e prevê contrato milionário por pouco mais de 20 dias de serviços.

Por esse curtíssimo período, a empresa, que seria do primo do prefeito, faturaria a fortuna de R$ 1 milhão, 363 mil reais, para gerir a Iluminação Pública de Barão de Grajaú.

A empresar egistrada na Receita Federal deveria funcionar no bairro Vila Damasceno, em uma rua que não passa sequer carroça.

A empresa vencedora da licitação em Barão de Grajaú é a mesma que venceu licitação e vai faturar mais de R$ 1 milhão para locação de veículos no município da Raposa, que coincidentemente é comandada pela esposa de Glaydson.

Além da fortuna paga por apenas 23 dias de serviço, outra informação ainda mais grave deve levar o Ministério Público a investigar e posteriormente acionar o prefeito por suposto ato de Improbidade Administrativa.

Quando Glaydson contratou a empresa do RFS, já tinha outro contrato com objeto similar em vigência, o que pode caracterizar fracionamento de licitação, o que, segundo legislação, pode configurar ato de improbidade administrativa.

Quando a empresa RFS foi contratada para gestão da Iluminação Pública, o município já tinha contrato similar com a empresa Brito e Dias LTDA, com vigência até o dia 04 de abril de 2018.

Pelo contrato que durou seis meses, a empresa Brito e Dias, com sede em Matões do Norte, faturou R$ 1 milhão 563 mil reais, ou seja, quase o mesmo valor que a empresa RFS, com sede na periferia de Colinas, faturou em apenas 23 dias de trabalho.

A similitude do objeto dos contratos, firmados com empresas diferentes, por licitações diversas, dentro do mesmo período temporal, em tese, pode configurar fracionamento de licitação, o que pela legislação, incorre em ato de improbidade administrativa,

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