São José de Ribamar: Professores cobram pagamento do reajuste salarial de 7,64%, concedido há oito meses.

Os professores da rede municipal de ensino de São José de Ribamar, iniciaram uma campanha independente nas redes sociais, para cobrar do prefeito Luís Fernando o cumprimento da lei federal que garantiu reajuste de 7,64% para os professores, desde de janeiro de 2017.

Campanha iniciada nas redes sociais, cobra do prefeito Luís Fernando, pagamento do reajuste de 7,64%, concedido há 8 meses.

Os professores de São José de Ribamar não estão nada satisfeitos com o prefeito Luís Fernando Moura da Silva (PSDB). De acordo com levantamento feito no Portal da Transparência do Governo Federal, mesmo já tendo recebido mais R$ 53 milhões pelo Fundeb – Fundo de Manutenção  e Desenvolvimento da Educação Básica e da Valorização dos Profissionais da Educação, o prefeito se recusa a pagar o reajuste de 7,64%, concedido em janeiro deste ano, através de lei federal.

No total, a classe dos professores já acumula um prejuízo de 61.12% em cima dos salários. De acordo com denúncias, o prefeito chegou a ser convocado para uma reunião no Sindicato, mas não compareceu na reunião que aconteceu no último dia 31.

“Tivemos uma reunião no dia 31, no sindicato. O prefeito Luís Fernando não foi, e mandou um funcionário com documentos que justificavam porque ele não deu nosso reajuste, entre eles, custos com Guardas no valor aproximado a R$ 500 mil reais por mês. Dinheiro da educação é pra educação, tá errado! Nosso advogado vai cobrar na justiça todas as irregularidades que estão sendo cometidas pelo prefeito, entre elas, o desconto ilegal das faltas dos professores que faltaram aos sábados”. Destacou um dos professores.

Durante pré-campanha, no Planeja Educação, Luís Fernando teria garantido valorização dos professores, mas agora faz o inverso.

Outra cobrança da classe é a progressão de dezenas de professores que, de acordo com a reunião, já estariam no ponto de ser aprovado, mas o prefeito também se recusa.

“Nosso advogado irá cobrar essas progressões na justiça”. Disse uma das professoras que está sendo prejudicada.

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *