Donos de Restaurantes de São José de Ribamar amargam prejuízos milionários

Após o primeiro final de semana de vigência do duro decreto batizado por empresário ribamarenses de “decreto da falência”, que limitou o funcionamento dos restaurantes a apenas 10 mesas, público reduzido de 50%, funcionamento só até às 16h (para restaurantes localizados na praia) e às 20h para outros locais, empresários do seguimento relatam prejuízos milionários.

Para se ter uma ideia, uma pizzaria que normalmente iniciaria seu expediente às 18h e terminaria às 23h, com o decreto assinado pelo prefeito Dr. Julinho (PL), só pode funcionar duas horas por dia.

“Não sei como pagarei aluguel, funcionários e fornecedores”, lamenta desesperadamente o dono de uma tradicional pizzaria que teme perseguição.

Está marcada para a próxima quinta-feira (10), reunião com empresários e profissionais dos seguimentos afetados para decidirem se fecham as portas até o dia 15.

O decreto, para a maioria dos empresários, é duro e desnecessário. “As medidas de redução de público, mesa e proibição de eventos e música ao vivo, já são suficientes para evitar a aglomeração. Não há necessidade de limitar o funcionamento de restaurante até às 20h. Imagina o proprietário de um churrasquinho que comece a vender seu produto às 19h, tem condição de fechas às 20h?” questionou o proprietário de outro estabelecimento comercial.

Os empresários defendem a libração do funcionamento até às 23h, como foi autorizado no novo decreto do Governo do Estado, além da liberação da comercialização de bebida respeitando a limitação de público a 50% da capacidade máxima do estabelecimento e apenas 10 mesas por estabelecimento comercial.

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